Guia de Orientação · EPM/UNIFESP
Quando procurar
um cirurgião torácico?
Um achado na tomografia, um sintoma persistente ou a dúvida sobre qual especialista buscar — veja abaixo quando faz sentido uma avaliação torácica especializada.
Entenda a especialidade
O que trata um cirurgião torácico?
O cirurgião torácico é o especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento cirúrgico das doenças dos pulmões, da pleura (membrana que envolve os pulmões), do mediastino (região central do tórax), da traqueia e da parede torácica (costelas, esterno e tecidos moles).
Muitas vezes o paciente chega até essa especialidade a partir de um achado em exame de imagem, de sintomas respiratórios persistentes ou por encaminhamento de outro médico. Não é preciso ter um diagnóstico fechado para procurar avaliação — parte importante do trabalho do cirurgião torácico é justamente investigar e esclarecer o que um exame ou sintoma pode significar.
Não precisa de encaminhamento
Você pode procurar diretamente um cirurgião torácico, sem passar antes por outro especialista — especialmente diante de um resultado de exame com dúvidas ou de sintomas que persistem sem explicação.
Por sintoma ou situação
Quando vale procurar avaliação
Veja abaixo as situações mais comuns que levam pacientes a uma consulta com cirurgião torácico — cada uma com um guia completo sobre o tema.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre procurar o especialista
Não é obrigatório. Você pode procurar diretamente um cirurgião torácico, especialmente diante de um achado em exame de imagem ou sintomas persistentes. Muitos pacientes chegam por conta própria, outros por encaminhamento do clínico ou pneumologista.
O pneumologista trata predominantemente com medicações e acompanhamento clínico das doenças respiratórias. O cirurgião torácico é o especialista indicado quando existe um problema estrutural — nódulo, tumor, deformidade ou alteração na pleura ou traqueia. Muitas vezes os dois atuam em conjunto no mesmo caso.
Não. Grande parte da consulta é dedicada à avaliação diagnóstica e ao acompanhamento — muitos nódulos e alterações são apenas observados ao longo do tempo, sem necessidade de cirurgia.
Sim, é recomendável. A maioria dos achados incidentais é benigna, mas a avaliação por um especialista garante que o acompanhamento correto seja definido e que sinais de alerta não passem despercebidos.
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Sobre o especialista
Dr. André Miotto
Cirurgião Torácico · EPM/UNIFESP
Mestre e Doutor em Cirurgia — UNIFESP · Professor da disciplina de Cirurgia Torácica
Complementação em Harvard/Massachusetts General Hospital
CRM 139035-SP · RQE 58276
Consulta
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