Diagnóstico e Reconstrução · EPM/UNIFESP
Tumores de
Parede Torácica
Massas em costelas, esterno ou tecidos moles do tórax — diagnóstico preciso e cirurgia com reconstrução quando necessário.
Entenda a condição
O que são os tumores de parede torácica?
A parede torácica é formada pelas costelas, esterno, cartilagens e músculos que protegem o coração e os pulmões. Tumores podem surgir em qualquer um desses componentes — alguns benignos, como condromas e lipomas, e outros malignos, como o condrossarcoma. Tumores de outros órgãos, como pulmão ou mama, também podem invadir a parede torácica.
O diagnóstico e tratamento dependem do tipo histológico e da extensão do tumor — por isso a biópsia é uma etapa fundamental antes de qualquer decisão cirúrgica.
Sinais
Sintomas mais comuns
O sintoma mais frequente é uma massa visível ou palpável na parede do tórax, que pode ou não ser dolorosa. Dor localizada nas costelas ou no esterno, persistente e sem causa traumática, também merece investigação. Em casos avançados, pode haver dificuldade para respirar ou sinais de compressão dos órgãos internos.
Diagnóstico e tratamento
Da biópsia à reconstrução
Qualquer nódulo ou massa na parede do tórax deve ser avaliado por um especialista. Os exames incluem tomografia e ressonância magnética para avaliar a extensão, além de biópsia para definir o tipo histológico antes do planejamento cirúrgico.
Cirurgia com reconstrução
A cirurgia é o tratamento principal. O procedimento envolve a ressecção do tumor com margens adequadas — frequentemente incluindo segmentos de costelas ou do esterno — seguida de reconstrução da parede com materiais sintéticos ou biológicos, restaurando a proteção aos órgãos internos.
O Dr. Miotto planeja cada cirurgia em detalhes, sempre explicando ao paciente o que esperar antes, durante e após o procedimento.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre tumores de parede torácica
Não. Existem tumores benignos, como condromas e lipomas, e malignos, como o condrossarcoma. A biópsia define o tipo e orienta o tratamento.
Não necessariamente. O sintoma mais frequente é uma massa palpável, que pode ou não ser dolorosa. Dor persistente sem causa traumática também merece investigação.
Tomografia e ressonância magnética avaliam a extensão, e a biópsia define o tipo histológico — informação essencial para planejar a cirurgia.
A ressecção pode incluir segmentos de costelas ou do esterno, seguida de reconstrução com materiais sintéticos ou biológicos, restaurando proteção e estética.
Varia conforme a extensão da ressecção e reconstrução. O Dr. Miotto explica o plano de recuperação específico para cada caso na consulta pré-operatória.
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Responsável pelo procedimento
Dr. André Miotto
Cirurgião Torácico · EPM/UNIFESP
Mestre e Doutor em Cirurgia — UNIFESP
Professor da disciplina de Cirurgia Torácica
CRM 139035-SP · RQE 58276
Consulta
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